Pintura Rupestre: uma arte que atravessou milênios.
AUTORA
Professora: Kelli Carneiro
Turmas: multianos ( 3, 4 e 5 EF)
Números de alunos: 13
A atividade teve como objetivo apresentar aos estudantes as primeiras manifestações artísticas da humanidade, valorizando a pintura rupestre como patrimônio histórico e cultural. Buscou-se desenvolver a noção de tempo histórico, a percepção artística, a coordenação motora fina e a valorização dos saberes dos povos originários, com foco especial nas representações presentes em nossa região. Iniciamos abordando historicamente o tema. Posteriormente, foi apresentado aos estudantes o livro _"As Aventuras arqueológicas de Ema", o qual traz uma coletânea de imagens de pinturas rupestres com ênfase nos sítios arqueológicos da nossa região. Após a leitura mediada, realizamos a apreciação coletiva das imagens, identificando animais, figuras humanas e símbolos. Os alunos relacionaram as pinturas com elementos da fauna e cultura local, promovendo o sentimento de pertencimento e identidade regional. Na sequência, os estudantes acompanharam e participaram da produção de tintas naturais. Utilizamos diferentes amostras de terra, areia de tonalidades variadas e carvão vegetal triturado. Cada material foi misturado com água e cola branca para dar liga, demonstrando na prática como os povos antigos obtinham seus pigmentos. A atividade integrou conhecimentos de História, Ciências e Arte. Com as tintas prontas, os alunos realizaram atividade prática de produção de pintura rupestre. Utilizando gravetos como pincéis, reproduziram em papel sulfite figuras inspiradas nas obras apreciadas e em sua própria imaginação. A técnica resgatou a gestualidade e os recursos dos primeiros artistas. Como tarefa de casa, cada estudante levou uma folha de sulfite previamente amassada para reproduzir o aspecto e a textura de uma parede rochosa. A folha foi colorida com cinzas para simular a pedra e, sobre ela, produziram novas pinturas rupestres utilizando tinta natural feita por eles com auxílio da família. Foi realizada a socialização dos trabalhos individuais, em que cada aluno explicou o que seu desenho representava e quais os materiais utilizados na produção da tinta. Os estudantes participaram com entusiasmo durante todas as etapas. O engajamento foi excelente, evidenciado pela curiosidade nas discussões, pelo capricho nas produções, fortalecendo o sentimento de autoria e pertencimento.
Professora: Kelli Carneiro
Turmas: multianos ( 3, 4 e 5 EF)
Números de alunos: 13
A atividade teve como objetivo apresentar aos estudantes as primeiras manifestações artísticas da humanidade, valorizando a pintura rupestre como patrimônio histórico e cultural. Buscou-se desenvolver a noção de tempo histórico, a percepção artística, a coordenação motora fina e a valorização dos saberes dos povos originários, com foco especial nas representações presentes em nossa região. Iniciamos abordando historicamente o tema. Posteriormente, foi apresentado aos estudantes o livro _"As Aventuras arqueológicas de Ema", o qual traz uma coletânea de imagens de pinturas rupestres com ênfase nos sítios arqueológicos da nossa região. Após a leitura mediada, realizamos a apreciação coletiva das imagens, identificando animais, figuras humanas e símbolos. Os alunos relacionaram as pinturas com elementos da fauna e cultura local, promovendo o sentimento de pertencimento e identidade regional. Na sequência, os estudantes acompanharam e participaram da produção de tintas naturais. Utilizamos diferentes amostras de terra, areia de tonalidades variadas e carvão vegetal triturado. Cada material foi misturado com água e cola branca para dar liga, demonstrando na prática como os povos antigos obtinham seus pigmentos. A atividade integrou conhecimentos de História, Ciências e Arte. Com as tintas prontas, os alunos realizaram atividade prática de produção de pintura rupestre. Utilizando gravetos como pincéis, reproduziram em papel sulfite figuras inspiradas nas obras apreciadas e em sua própria imaginação. A técnica resgatou a gestualidade e os recursos dos primeiros artistas. Como tarefa de casa, cada estudante levou uma folha de sulfite previamente amassada para reproduzir o aspecto e a textura de uma parede rochosa. A folha foi colorida com cinzas para simular a pedra e, sobre ela, produziram novas pinturas rupestres utilizando tinta natural feita por eles com auxílio da família. Foi realizada a socialização dos trabalhos individuais, em que cada aluno explicou o que seu desenho representava e quais os materiais utilizados na produção da tinta. Os estudantes participaram com entusiasmo durante todas as etapas. O engajamento foi excelente, evidenciado pela curiosidade nas discussões, pelo capricho nas produções, fortalecendo o sentimento de autoria e pertencimento.
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